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Realidade Virtual em Desenvolvimento de Liderança

26/03/2018

A realidade virtual já é uma ferramenta utilizada nas empresas, nas escolas, nos museus e em vários tipos de situações.

Tivemos a oportunidade recente de estudar o tema na UC San Diego e entender um pouco mais sobre este universo e trabalhamos na produção de algumas pílulas de microlearning.

Na verdade quando falamos em realidade virtual precisamos de 3 elementos: 1) um ambiente virtual que traga características próprias do universo real – por exemplo: fizemos um passeio virtual a uma vinícola e a sensação do passeio foi fenomenal e muito próxima da realidade  ; 2) uma técnica imersiva que permita e estimule o mergulho em outra dimensão – Alguns simuladores não são técnicas de realidade virtual por que tem uma capacidade de imersão limitada, assim como os videos games. 3) interatividade – de alguma forma o ser humano precisa interagir com este meio de aprendizagem – com olhos, com as mãos ou até mesmo com a sua fala.

Produzimos recentemente óculos virtuais para programas de desenvolvimento de líderes com o objetivo de estimular mudanças no comportamento das pessoas. Muitos aprendizados. O primeiro foi saber o quanto é trabalhoso produzir VRs, principalmente por motivos técnicos. A gravação 360º é extremamente pesada pois grava em diferentes dimensões e técnica por envolve uma gama variada de conhecimentos.

O segundo aprendizado é poder conferir o quanto as pessoas se motivam e se divertem aprendendo coisas básicas do tipo: “Como dar um feedback” de uma forma totalmente inusitada e lúdica.

VR tem muito para crescer ainda, principalmente no Brasil, mas traz uma mensagem implícita e delicada do quanto precisamos nos divertir mais… na vida, no trabalho, nas nossas obrigações diárias…etc…

Virtual reality is already a tool used in companies, schools, museums and in various types of situations.

We had the recent opportunity to study the subject at UC San Diego and to understand a little bit more about this universe and work on producing some microlearning pills.

In fact when we talk about virtual reality we need 3 elements: 1) a virtual environment that brings characteristics of the real universe – for example: we did a virtual tour to a winery and the sensation of the tour was phenomenal and very close to reality; 2) an immersive technique that allows and encourages diving in another dimension – Some simulators are not virtual reality techniques because they have limited immersion capacity, just like video games. 3) Interactivity – somehow the human being needs to interact with this way of learning – with eyes, hands or even with their speech.

We have recently produced virtual glasses for leaders development programs to stimulate changes in people’s behavior. Lots of learning. The first was to know how laborious it is to produce VRs, mainly for technical reasons. The 360º recording is extremely heavy because it records in different dimensions and technique because it involves a varied range of knowledge.

The second learning is to be able to see how much people are motivated and have fun learning basic things like “How to give feedback” in a totally unusual and playful way.

VR has a lot to grow still, especially in Brazil but brings an implicit and delicate message that we need to enjoy ourselves more … in life, at work, in our obligations … etc.

 

 

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